Blog do Odilton

Blog do Odilton

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O lado mais fácil


Quando queremos comparar situações opostas usamos, geralmente, a figura da moeda. Ela tem apenas dois lados aos quais chamamos ‘cara’ e ‘coroa’. Para nascer, nenhum indivíduo se inscreveu numa lista de espera, pegou senha de acesso ou agendou data para chegar ao mundo. Nascemos. Simplesmente. Daí pra frente somos preparados por alguém para a vida. Começam então nossas escolhas. Uma frase recorrente que ouviremos e falaremos repetidamente é: “a vida não é fácil”. É verdade. O Senhor da Vida que venceu a Morte também disse a mesma coisa. “No Mundo tereis aflições, mas tenham bom ânimo”.

 O grande dilema nosso de cada dia é que preferimos escolher o mais fácil. É mais fácil ser vítima ou fazer-se de vítima e admitir que a vida, de fato, não é fácil. Pelo comodismo somos levados a pensar que o nosso ‘problema’ é o maior de todos e por isso o mundo tem que nos olhar com olhos de piedade. Ficamos prostrados sem esboçar qualquer reação ao sermos objetos da clemência alheia. Este é um lado da moeda.
O outro lado da mesma moeda exige esforço, renúncia, abnegação, desprendimento. Temos que ‘matar um leão por dia’. Acordar numa manhã cinzenta, fria e chuvosa olhar para fora da janela crendo que teremos um dia vitorioso requer sacrifício e fé. Muita fé. Mas tenha bom ânimo. Quem sabe hoje é o dia para você cuidar de sua plantação de mamão ou amora preta que predominam em dias assim.
 
 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Escambo Divino


Escambo é uma forma de troca de bens, serviços ou coisas sem envolvimento do dinheiro. Aconteceu por exemplo na Igreja Primitiva conforme registro feito no livro de Atos dos Apóstolos capítulo 2 dos versos 43 a 47. Lá, os primeiros cristãos vendiam suas propriedades e demais coisas e repartiam o produto uns com os outros de forma que ninguém passava necessidade alguma. Isto se dava porque algo sobrenatural aconteceu por intermédio da ação do Espírito Santo de Deus. Aquele povo se desprendeu das coisas materiais a tal ponto de prevalecer o interesse comum.

Em pleno Século XXI isto ainda é possível. Sim, ocorre de fato. De uma forma um pouco diferente, pois não há venda de bens ou propriedades, mas na essência predomina semelhante atitude. Entre pessoas mais simples e não raro de escassas condições sucede o que classifico de ‘escambo Divino’. Escambo porque há trocas. E Divino porque apenas corações impulsionados pelo Criador são capazes de doar e doar-se sem nada esperar ou pedir em recompensa. O resultado dessas permutas é sempre a alegria de compartilhar e a certeza de vida abundante e abençoada.
“A alma generosa engordará, e o que regar também será regado”. Provérbios 11.25.



terça-feira, 21 de agosto de 2012

Os gigantes que criamos


Na Bíblia, no livro de Deuteronômio capítulo 9 e verso 2 Moisés pergunta ao povo de Israel: “Quem pode derrotar os filhos dos gigantes?”. Ele se referia a homens de estatura elevada, habitantes da região de Canaã, que de tão altos eram considerados gigantes. Eram os filhos de Anaque. O povo de Israel teve muito medo deles.

Os “gigantes” não desapareceram da Terra. Continuam vivos e cada vez mais altos, botando muito medo ainda. Entretanto apenas mudaram de região. Agora estes gigantes amedrontadores moram dentro de nós. É fácil perceber sua presença. São os gigantes do medo do futuro. Do medo das decisões. Do medo das situações tenebrosas e inexistentes que nós mesmos criamos e alimentamos dentro da nossa mente. Situações imaginárias a respeito de coisas escabrosas que jamais vão acontecer de verdade, mas que insistimos em cultivar em nosso imaginário como se o sofrimento fictício fosse um insaciável prazer.

Para os gigantes de Canaã e para os nossos gigantes interiores a resposta Sagrada é a mesma: “Mas fiquem certos que Deus, o nosso Deus Eterno, vai hoje à frente de vocês como um fogo que devora tudo. Ele derrotará todos os gigantes que te assustam”. (Deuteronômio 9.3)

Deus te abençoe!

domingo, 8 de julho de 2012

Fazendo escolhas

A vida é feita de escolhas. O tempo todo escolhemos alguma coisa. Escolhemos a hora de levantar da cama, o alimento do café da manhã, a roupa que vestimos, o trajeto que faremos de casa ao trabalho. Certas decisões são simples e não modificam nossa trajetória de vida como por exemplo a cor do sapato que vamos calçar hoje. Se almoçaremos ao meio dia ou às duas da tarde. Outras decisões exigem um pouco mais de investimento psicológico para analisar seus desdobramentos futuros. Nestes casos é preciso sérias avaliações. O importante é não fugir das decisões. Adiá-las ou ignorá-las pode não resolver o problema, ao contrário, pode agravá-lo.
Deus, dá-nos força para encarar alternativas sensatas das quais nosso comodismo costuma fugir.

sábado, 7 de julho de 2012

Cuidado com o invejoso

A Bíblia, o Livro Sagrado, está repleta de citações sobre a inveja. Em Eclesiastes capítulo 4 verso 4 por exemplo fala da inveja causada pelo sucesso profissional de alguém. Os frustrados estão por aí descarregando sua inveja sobre a vida dos bem-sucedidos. Se sua vida vai bem, o invejoso te deseja o mal. Se seu casamento vai bem, o invejoso é capaz de fazer qualquer coisa para atacá-lo. A fúria do invejoso o transforma em cobiçoso, ou seja, aquele que deseja tirar, a qualquer custo, aquilo que você tem e está o incomodando.
O invejoso nunca se apresenta como tal. Suas palavras e ações são sutis e traiçoeiras. Por isto é necessário muita cautela e sabedoria. Peça a Deus discernimento para não cair em ciladas malignas que podem custar caro. O Diabo, nosso adversário, anda em derredor buscando a quem possa tragar mas Deus é nosso refúgio e fortaleza. Confie nEle e vá adiante.




quarta-feira, 4 de julho de 2012

O valor do perdão

O que a Bíblia fala a este respeito? Há diversos textos nas Sagradas Escrituras sobre o assunto. O próprio Jesus abordou o tema ensinando aos discípulos o modelo de oração conhecida como o ‘Pai Nosso’. O relato está em Mateus capítulo 6, dos versos 9 a 13, especialmente o 12 que diz: ‘perdoa-nos as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores…’.
Quando pedimos a Deus que nos perdoe, somos, de fato, capazes de perdoar nosso semelhante? E quando perdoamos, somos capazes de perdoar qualquer ofensa? Ou existe alguma que consideramos mais grave e que, portanto, deverá ficar de molho no ‘Purgatório’ da nossa consciência à espera de uma boa oportunidade para que a perdoemos? O apóstolo Pedro fez a seguinte indagação ao nosso Salvador: ‘Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: não te digo que até sete, mas, até setenta vezes sete’. Ou seja, ninguém tem o direito de ser juiz da vida alheia. Até o infalível Mestre foi generoso.


Há mais de onze mil dias

Sendo hoje dia 04 de julho de 2012, há exatos 11.393 dias meu avô, na companhia de minha avó, lia para mim e pra  Celma, minha esposa, o texto bíblico de Efésios capítulo 5 dos versos 22 a 33. Era o dia do nosso casamento. O texto sagrado fala da relação entre marido e mulher. Deveres e obrigações. Na essência resume-se o amor mútuo.
Transcorridos mais de trinta e um anos, vivemos variadas experiências. Muitas boas e algumas ruins. Todavia, o amor sempre foi maior que as dificuldades. Neste exato tempo estamos passando por provações mas tenha certeza que sairemos vitoriosos pois o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha.
Peço a Deus que o nosso matrimônio seja revestido com a unção do Espírito Santo. Deus tem o melhor para nós dois. Te amo!