Cada vez que entro no Facebook (ou seria acesso?) fico mais estupefato (ou bolado?). Aquilo que deveria ser um diálogo, conversação entre duas ou mais pessoas, acaba se tornando o que, na prática, não poderia nem ser classificado como monólogo.
É impressionante (ou sinistro?). Cada um tem seu assunto particular sem conexão com ninguém. Locutor e interlocutor não estão em sintonia. A conversa de um não faz diferença para o outro. Uma verdadeira Torre de Babel (aquela da Bíblia que confundiu as línguas).
Podem achar que é implicância minha, mas até agora não consegui entender direito o papel sociabilizador (aquele que junta a ‘galera’) dessa ferramenta chamada Facebook.
Minha impressão pessoal é que o Facebook nada mais é do que um gigantesco espelho virtual onde “Narcisos” procuram mostrar sua profunda vaidade e individualismo em detrimento da individualidade.
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