Já escutei muita gente dizer que
se pudesse voltar ao passado e recomeçar faria tudo diferente. Já ouvi alguém
dizendo que não se arrepende de nada do que fez. Também já ouvi quem dissesse que
mudaria algumas coisas.
Pensando nisso, resolvi imaginar como
seria a vida da gente se ao invés de nascermos bebês e crescermos aos poucos
até chegar à maturidade, o processo cronológico fosse ao contrário (como o
título acima).
Pense comigo. Todos vindo ao
mundo já adultos, aos 60, 70, 80 anos ou mais e retrocedendo no tempo. A cada
doze meses um ano de vida a menos. Até chegar à mais tenra infância. E aí,
acabou. “Game over”. “Finish”. “Ha terminado”.
Durante a trajetória cada qual ia
se lembrando daquilo que fez ou deixou de fazer podendo corrigir ou manter o
percurso. Só uma vez, uma única.
Ter nova chance em vida não
parece má ideia, principalmente considerando o que a Bíblia afirma no livro de
Hebreus 9.27: “cada pessoa tem de morrer
uma vez só e depois ser julgada por Deus” e consequentemente não haverá
outra oportunidade.
Reflita, tantas histórias seriam
reescritas de forma diferente com um roteiro inovador, repaginado e feliz. Os
anos de experiência e as cicatrizes provocadas por escolhas malfeitas serviriam de estratégia com o propósito de realinhar a conduta e colocar a vida
novamente nos trilhos. Vida plena, perfeita!
Encarando
a realidade sabemos que não é possível “viver ao contrário”. Por isso é melhor
observar o que o apóstolo Paulo escreveu aos Filipenses no capítulo 3.13, 14: “...uma coisa eu faço: esqueço aquilo que
fica para trás e avanço para o que está na minha frente. Corro direto para a
linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória. Esse prêmio é a nova
vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus”.
Parabéns pelo texto!
ResponderExcluir