Blog do Odilton

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Vem tempestade por aí


É o verão trazendo as chuvas. Isto é normal. Os dois são companheiros de longa data e quase inseparáveis. Sempre foi assim. As chuvas de verão já serviram de inspiração para músicas e poesias. Agora, em um mundo conectado às redes sociais o tema virou motivo para terrorismo psicológico.

Nestes dias o assunto ganhou destaque na internet, especialmente nas redes sociais, depois do alerta divulgado pelo serviço meteorológico anunciando chuvas. Pessoas mal-intencionadas, aproveitadoras, inescrupulosas ou ingênuas estão postando mensagens aterrorizantes sobre provável tempestade avassaladora invadindo a cidade, inclusive com hora marcada para acontecer, tentando instalar um clima de pânico entre a população.

Portanto, fique atento a fatos importantes da história humana. A primeira tempestade de que se tem registro aconteceu nos tempos de Noé. Está na Bíblia. Ele e sua família sobreviveram porque obedeceram construindo um lugar seguro, respeitando princípios de engenharia e de arquitetura adequados. Noé e a parentela não foram privilegiados. Deus, através do seu servo, ofereceu oportunidade a todas as pessoas da época. Rejeitaram.

Em outra ocasião uma tempestade se formou no mar. Não veio de repente. Foi se formando aos poucos apresentando avisos naturais. Chegou tão assustadora ao ponto de provocar pavor em pescadores experientes e acostumados a enfrentar temporais. Porém foi contida pelo Mestre. Todos sobreviveram e como advertência, receberam uma lição de moral do próprio Jesus.

Poderia continuar com outros exemplos, mas é desnecessário. Replicar más notícias, creio não ser um caminho saudável. Na vida, há coisas muito boas a compartilhar. Sejamos mensageiros de boas novas, levando palavras de incentivo, de encorajamento e de ânimo. Os dividendos, nesse caso, são muito mais gratificantes.



quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Muito Prazer! Qual é o seu?

O ser humano vive em permanente busca pelo prazer. Essa procura vem de muito tempo. Desde os primórdios quando o homem pré-histórico buscava a diversão festejando o início da temporada de caça, a conquista de uma nova caverna, sua moradia. Na ocasião, fazia junto com seus companheiros primitivos as festas de adoração, de celebração, de invocação a deuses e coisas desse tipo no intuito de promover sua própria alegria e a de outros.

Evoluímos. Um pouco, talvez. O homem pós-moderno, você e eu, ainda caminha em busca do prazer. Alguns de maneira sóbria, saudável e admirável. Outros nem tanto.

Acabamos de sair de um período de paralisação quase total das atividades em geral, em razão de uma busca frenética do mundo pelo prazer. O conhecido Carnaval, sobretudo no Brasil, traz à tona o que podemos classificar de desejo desenfreado pelo prazer. Do meu ponto de vista, julgo que essa procura leva os indivíduos a perderem a noção. Noção de moral, de educação, de honestidade, de senso de ridículo e de tudo o mais que possa ser imaginado. Como disse alguém, "se fosse bom não terminava em cinzas".

Na idade média, um homem extremamente culto, conhecedor profundo de todos os assuntos daquela época, cidadão romano, perseguidor de cristãos teve um encontro marcante com Jesus na estrada que levava a Damasco. São dele as seguintes palavras: “Por isso não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia” - (II Cor. 4.16).

Qual é a sua busca? Ela tem renovado seu interior ou corrompido cada vez mais o seu interior e o exterior também?

Na visão do apóstolo Paulo, autor do texto acima, o seu prazer estava concentrado na lei de Deus (Rom. 7.22). Confirmando o que disse o salmista, “antes tem o seu prazer na lei do Senhor e nela medita de dia e de noite” (Sal. 1.2). E o próprio Deus falou diretamente a Josué “Não se afaste da sua boca as palavras do livro desta lei, medita nele dia e noite para que tenhas cuidado de fazer tudo conforme nele está escrito. Porque então terás um caminho de prudência e prosperidade” - (Jos. 1.8).

Sem ilusão. O prazer verdadeiro e eterno que não traz decepção é encontrado na Escritura Sagrada. Ela é a orientação segura para uma vida sem máscaras e fantasias. Só com Jesus em nosso coração temos uma vida autêntica, sem ficção ou disfarce.

Com Jesus não tem cinzas. Tem ressurreição e vida eterna!

Deus te abençoe!



domingo, 31 de dezembro de 2017

O paralítico de Betesda

Termino este ano deixando como palavra de estímulo o episódio bíblico registrado em João 5. 1 a 8.

A narrativa deste fato está no capítulo 5 do livro de João, de onde podemos extrair algumas considerações. Começamos a abordagem com a figura de um anjo que, segundo as Escrituras, ‘de tempos em tempos’ descia e agitava as águas proporcionando a possibilidade de cura ao primeiro doente ou necessitado que mergulhasse após a agitação das águas. A primeira indagação que faço é se, de fato, havia mesmo um anjo encarregado dessa tarefa ou isso não passa apenas de uma lenda? Se era verdade, quando é que ele cumpria sua missão? Em que tempo ele agitava as águas do tanque? Quantas vezes isso era feito ao longo do ano?

A Bíblia diz que a cura só era possível ao primeiro que mergulhasse após as águas serem agitadas. A Escritura é categórica em afirmar que apenas o primeiro a entrar no tanque conseguia ser curado. É provável que muitos ficassem dentro do tanque de Betesda aguardando a aparição do anjo, na expectativa de receber a cura antes dos outros. Porém o texto diz que a oportunidade era de quem entrasse depois da ação do anjo. Entrar nas águas fora do momento era inútil. Mergulhar antes ou depois significava estar excluído da chance do milagre.

Em frente ao tanque havia um alpendre onde se ajuntava uma grande multidão carente de algum tipo de milagre. Imagino que era tanta gente que mal conseguiam se mexer. A fama do lugar atraía pessoas de várias partes da região. Entretanto, para o apóstolo João, alguém no meio do aglomerado humano chamou a atenção. Um paralítico. Possivelmente não era ele o único com essa deficiência. É provável que houvessem outros, mas aquele despertou especial interesse ao narrador. Há 38 anos o homem se encontrava naquele estado. Outra evidência do texto deixa claro que ele era paralítico a um bom tempo, porém não confirma que o mesmo estava naquele local durante todo esse período. O verso 6 dá uma pista bem favorável a esta conclusão ‘Jesus viu o homem deitado e, sabendo que fazia todo esse tempo que ele era doente...’

Eis que ali apareceu Jesus que viu o moribundo e sabia que o mesmo padecia a décadas. Vem do Mestre a pergunta: Queres ficar são? Se a pergunta fosse para mim ou para você qual seria a resposta?

Imagino o paralítico sem nome, chocado com a pergunta. Posso imaginar a cena. O homem com o olhar congelado, os pensamentos em agitação voltando no tempo a fim de relembrar o dia em que ficou deficiente e agora aparece alguém, quem sabe com um colete laranja com duas faixas prateadas e fosforescentes com a frase ‘posso ajudar? ’ fazendo uma indagação aparentemente absurda. Deitado estava deitado permaneceu, mas com uma vontade enorme de responder a Jesus mais ou menos assim: Não, eu não quero ficar são. Estou aqui apenas esperando a condução que vai me levar ao aeroporto e em seguida embarco num avião para Atenas. Vou disputar um paralimpíada na Grécia!?

Ainda refletindo, o paralítico viajou no tempo até um futuro distante e parou no século XXI, no Brasil, e ocorreu-lhe outra resposta sobre o desejo de ser curado e daí deve ter pensado, “é melhor ouvir isso do que ser surdo! ” Mas cá pra nós, paralítico e surdo seria demais, não é mesmo?

A pergunta de Jesus parece muito óbvia, entretanto há doentes que não querem ser curados, assim como há pecadores que não querem deixar o pecado. O homem paralítico não respondeu à pergunta de Jesus. Também não aplicou o tradicional ‘por quê? ‘ (separado e com acento). Todavia fez questão de narrar o motivo de ainda não ter sido curado, apresentando a dificuldade de chegar até a beirada do tanque como empecilho ao acontecimento do milagre em sua vida. Percebe que o paralítico não entendeu a pergunta? Jesus não perguntou qual o esforço aquele homem estava fazendo para se libertar do cativeiro. O que o Mestre estava dizendo era: Seus problemas acabaram. Hoje é seu dia. Esqueça o anjo, não olhe o tanque e nem espere ajuda de ninguém. EU SOU A CURA!

Finalizo com esta mensagem de esperança para você, leitor. Não importa sua dificuldade ou problema. Jesus é a solução. Levante-se, pegue a sua cama e ande! (João 5. 8).


Deus te abençoe.



sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Uma noite interminável

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O título é um exagero pois todas as noites têm a mesma quantidade de horas. Mas para muita gente pode ser a constatação de uma realidade. Boa ou não, vai depender das circunstâncias.

Na história da humanidade tem pelo menos um relato de uma noite que pareceu não ter fim. Muitas coisas aconteceram num curto espaço de tempo dando a impressão que o tempo não passava e o dia nunca amanheceria.

Uma páscoa, uma ceia e uma música. Isto é parte do cenário que serve de abertura para o início de uma memorável noite. E o que aconteceu nesta longa noite marcou para sempre a história do Cristianismo.

O primeiro diálogo desta peça apresenta um homem arrogante e presunçoso chamado Pedro. (Mat. 26.33-35)

O segundo ato marca um período de descaso e sonolência. Jesus leva seus discípulos para orar e considera três deles, Pedro, Tiago e João, como os mais aptos a participar daquele instante de agonia. E qual não foi sua decepção. (Mat. 26.40, 43 e 45)

Daí em diante continua então a noite mais longa da história. Conspiração, prisão, tentativa de homicídio, interrogatório, acusações, silêncio, confissão, veredito, ataques verbais e físicos, humilhação, traição. (Mat. 26.47-75).

O que eu e você temos com isso? Tudo. Esse é um resumo da história daquele que morreu por mim e por você. Não vamos deixar que esse sofrimento todo tenha sido em vão.


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

A fronteira entre o poder de Deus e a autoajuda

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Segundo pesquisas recentes o gênero literário que mais cresce no mundo é o da autoajuda e o Brasil, óbvio, não fica atrás.

Particularmente aprecio esse tipo de leitura de onde extraio muita coisa boa. Todavia há limites e é preciso ficar atento às sutilezas.

O que me deixa muito impressionado é a quantidade de mensagens que recebo todo dia, o dia todo com assuntos relacionados a autoajuda. Algumas são enviadas por embaixadores. Tenho muitos amigos embaixadores e eu também sou um. Embaixadores do Reino de Deus.

Uma coletânea imensurável de mensagens vai na contramão das Escrituras Sagradas e são aplicadas, sugeridas, repassadas e compartilhadas como se fossem verdades quase absolutas, funcionando como um amuleto para transformar num piscar de olhos a vida.

Mensagem do tipo “Bom dia! Hoje nada vai dar errado e tudo vai ser lindo e memorável. “ Como assim? Que mundo perfeito é este? Posso até considerar que foi um gesto educado de quem me enviou, contudo isso não é verdade. Quero ter um dia maravilhoso sim, porém estou certo que alguma coisa não vai acontecer conforme gostaria. E para garantir a segurança da caminhada é melhor buscar nas Escrituras a orientação verdadeira (João 16.33).

A Bíblia é a revelação de Deus. Nela temos tudo sobre aquele que é o Guarda de Israel. O poder Divino é capaz e suficiente para nortear nossa caminhada. Nem sempre é fácil ter bom ânimo e às vezes ficamos desanimados. Mas a vontade de Deus pra nós é uma vida plena e alguns textos bíblicos servem de alento verdadeiro em momentos difíceis (Salmo 31.24; Isaias 41.10; Josué 1.9; Mateus 14.27; 2º Crônicas 32.7; Josué 10.25; 2º Timóteo 1.7; Provérbios 24.10, etc).


Deus te abençoe!



quinta-feira, 14 de setembro de 2017

A fila

Você já pensou sobre a fila? Aquele monte de gente alinhada em ordem uma atrás da outra.

Quando Deus criou o mundo não havia fila. Adão era solitário no planeta, como ia formar fila? Depois que Eva foi criada também não tinha fila porque os dois deveriam andar lado a lado o tempo todo.

Mas o tempo passou, a Terra começou a ser povoada, surgiu então a fila. Pensou que fosse uma invenção brasileira? Não, não foi.

Atualmente tem fila para tudo. Para entrar, para sair, fila rápida, fila preferencial, papa-fila, fila única, fila de espera. Fila para pegar senha a fim de não ficar em outra fila.

Tem inclusive a fila psicológica. Ela surge quando estamos com muita pressa, o tempo curto, muitos compromissos, lá vem uma fila interminável. Aquela que parece que não anda. Mas quando não temos nada para fazer e torcemos que ela demore a fim de relaxar, ler um livro, uma revista, uma notícia na internet enquanto aguardamos, aí ela acaba rapidinho.

Existe a que provoca inveja. Nos locais onde não há fila única são formadas várias filas. Escolhemos uma e logo temos a sensação que emperrou, não flui. A do lado está indo rápido que é uma beleza. Saímos dessa e entramos na outra. Pronto! A anterior começa a deslanchar e a atual trava.

Tem gente que nunca entrou e imagina que jamais vai entrar numa fila, duvida? A rainha da Inglaterra por exemplo alguma vez na vida já encarou uma?

Você gosta de fila? Acho que ninguém gosta. Ou gosta?  Objetivando tirar essa dúvida vamos fazer duas filas. Uma dos que gostam e outra dos que não gostam.





quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Qual o meu legado?

Legado é aquilo que é deixado por alguém para ser usufruído pelas gerações seguintes. Os Jogos Olímpicos do Rio em 2016, por exemplo, deixaram como legado o Porto Maravilha, a linha 4 do Metrô, o VLT, o Complexo Esportivo de Deodoro, só para citar alguns.

O empresário americano Bill Gates, no momento que escrevo este texto, perdeu, temporariamente, o posto de pessoa mais rica do mundo ao fazer uma generosa doação em ações e dinheiro em benefício de causas filantrópicas, representando, desse modo, seu legado humanitário, além do empresarial.

Um exemplo nacional é o inesquecível Ayrton Senna, conhecido mundialmente pela habilidade ao pilotar carros de fórmula 1. Morreu num trágico acidente automobilístico durante a realização de uma prova de velocidade. Grande parte da sua herança foi destinada a ações para ajudar crianças e jovens carentes. Eis aí um de seus legados.

Há legados ruins também. Adolf Hitler é um exemplo. Foram mais de 6 milhões de judeus mortos durante a Segunda Guerra Mundial e um número incontável de famílias destruídas.

Na Bíblia, temos vários bons exemplos. Cito o de Filipe. Em Atos 8.26-40 lemos a interessante narrativa que culminou com o batismo do eunuco etíope. O trabalho realizado por Filipe levou o alto funcionário de Candace, rainha da Etiópia, a se converter ao Cristianismo. Este é o registro do legado de Filipe.

Qual é o meu e o seu legado? Também estamos deixando legados. Quais? Como crentes em Jesus Cristo queremos deixar somente os melhores.

Quero deixar um legado aromático! Sim, em 2ª Coríntios 2.15 o apóstolo Paulo diz: “Porque para Deus somos o aroma de Cristo...”. Oh, Espírito Santo, ajuda-me a exalar este perfume.

Deus te abençoe.