O ser humano vive em permanente
busca pelo prazer. Essa procura vem de muito tempo. Desde os primórdios quando o
homem pré-histórico buscava a diversão festejando o início da temporada de
caça, a conquista de uma nova caverna, sua moradia. Na ocasião, fazia junto com
seus companheiros primitivos as festas de adoração, de celebração, de invocação a deuses e coisas desse tipo no intuito de promover sua própria alegria e a de
outros.
Evoluímos. Um pouco, talvez. O
homem pós-moderno, você e eu, ainda caminha em busca do prazer. Alguns de
maneira sóbria, saudável e admirável. Outros nem tanto.
Acabamos de sair de um período de
paralisação quase total das atividades em geral, em razão de uma busca frenética do mundo pelo prazer. O conhecido Carnaval, sobretudo no Brasil, traz à
tona o que podemos classificar de desejo desenfreado pelo prazer. Do meu ponto
de vista, julgo que essa procura leva os indivíduos a perderem a noção. Noção de
moral, de educação, de honestidade, de senso de ridículo e de tudo o mais que
possa ser imaginado. Como disse alguém, "se fosse bom não terminava em cinzas".
Na idade média, um homem
extremamente culto, conhecedor profundo de todos os assuntos daquela época,
cidadão romano, perseguidor de cristãos teve um encontro marcante com Jesus na
estrada que levava a Damasco. São dele as seguintes palavras: “Por isso não
desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior,
contudo, se renova de dia em dia” - (II Cor. 4.16).
Qual é a sua busca? Ela tem
renovado seu interior ou corrompido cada vez mais o seu interior e o exterior também?
Na visão do apóstolo Paulo, autor
do texto acima, o seu prazer estava concentrado na lei de Deus (Rom. 7.22).
Confirmando o que disse o salmista, “antes tem o seu prazer na lei do Senhor e
nela medita de dia e de noite” (Sal. 1.2). E o próprio Deus falou diretamente a
Josué “Não se afaste da sua boca as palavras do livro desta lei, medita nele
dia e noite para que tenhas cuidado de fazer tudo conforme nele está escrito.
Porque então terás um caminho de prudência e prosperidade” - (Jos. 1.8).
Sem ilusão. O prazer verdadeiro e
eterno que não traz decepção é encontrado na Escritura Sagrada. Ela é a
orientação segura para uma vida sem máscaras e fantasias. Só com Jesus em nosso
coração temos uma vida autêntica, sem ficção ou disfarce.
Com Jesus não tem cinzas. Tem
ressurreição e vida eterna!
Deus
te abençoe!